terça-feira, 3 de maio de 2011

Osama está morto


Será que o pronunciamento do presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, sobre a morte de Osama Bin Laden não é um truque para favorecer sua imagem política num momento de pré-campanha para a corrida presidencial onde ele busca reeleição?
 Osama Bin Laden, um dos maiores terroristas do mundo e líder da rede terrorista AL Qaeda foi morto em operação de busca terrorista autorizada pelo presidente dos Estados Unidos em 29 de abril de 2011 no Paquistão, um fato que leva os americanos a celebrarem um ponto positivo na luta contra o terrorismo. Em março de 2002, nos Estados Unidos houve a coalizão contra o terrorismo, onde o então presidente George W. Bush falou sobre a “causa e missão” nacionais: “Cada uma das nações deve saber que, para os Estados Unidos, a guerra ao terror não é apenas uma política – é um compromisso”. Nessa guerra, “não há imunidade e não pode existir neutralidade”. Este combate não é recente, mas Obama conseguiu em bem menos tempo o que supostamente Bush não conseguiu em quase uma década. Este aspecto o favorece na campanha presidencial, pois a nação americana agora parece estar mais a unida e completamente satisfeita com a “justiça” que foi feita em relação aos 11 de setembro, onde milhares de americanos morreram no desastre do World Trade Center.
O jihad, conhecido como guerra santa tem por o objetivo disseminar o islamismo, que busca impor a religião de maneira terrorista aos outros lugares do mundo, Osama fazia parte de um movimento fundamentalista islâmico conhecido como talibã e liderava a rede terrorista AL Qaeda que comandou ataque de mesmo caráter. O fim de uma grande figura do movimento não indica que essas ações terminaram, podem ocorrer outros ataques para vingar o líder. O mundo inteiro se sente aliviado, mas é preciso que o país considerado como a maior potência global fique atento, juntamente com os seus aliados.
Realmente o grande terrorista morreu? Essa é a dúvida de muitos devido à ausência de provas concretas, mas a palavra de Obama tem seu respectivo peso e a mídia enfatiza o fato ocorrido. Como Osama pôde ter passado tanto tempo escondido no meio da sociedade e ironicamente perto de um quartel do exército do Paquistão? Seria protecionismo? Será que a euforia dos americanos, no sentido de missão cumprida, vai durar por muito tempo? Com o passar do tempo vamos apurar os fatos de maneira mais plausível.

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