O Superior Tribunal Federal (TSF) reconheceu por unanimidade, a união estável entre pessoas do mesmo sexo, um fato histórico para o Brasil. Agora eles vão ter direito a pensão, herança e até inclusão no plano de saúde. Será que o que o conceito de família vai realmente mudar no país? Qual o posicionamento da igreja diante desta situação? O preconceito irá diminuir ou os brasileiros vão ter que se acostumar com as diferenças?
A homossexualidade é um assunto um tanto polêmico, questionado entre muitos e considerado tabu para várias pessoas que prezam pelos princípios da igreja e pelos valores morais e éticos da família. E também considerado um pecado abominável pela bíblia: “E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.” (Romanos1, 27). Mas de onde vem essa natureza? Tem resposta? Alguém já nasce com essa tendência ou o meio é quem define? Tudo isso faz parte de uma condição humana! Em se tratando de pessoas, todos estão expostos a certas “condições” e cabe a cada um fazer as suas respectivas escolhas.
Muitos acreditam que não existem regras para o amor e um sentimento tão delicado assim deve ser tratado com sabedoria. Qual é o verdadeiro papel da família quando um de seus membros se diz homossexual? Qual o melhor posicionamento dos familiares? O preconceito ainda existe, apesar de o movimento LGBT está bastante acentuado e quando a família cede um apoio “MORAL” o enfrentamento desse preconceito tem um resultado equilibrado.
Contudo a história ainda não acabou. O STF reconheceu a união estável e garante direitos iguais aos de casais heterossexuais, o que ainda não significa casamento, somente se o poder legislativo aprovar ou reprovar a lei que foi considerada pelo poder judiciário e posteriormente, se aprovada, sancionada pela presidente.

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