Como de costume, “Freud explica!” Baseado em uma tragédia grega, de Sófocles, o psicanalista relata um complexo que naturalmente afeta meninos durante os três anos de desenvolvimento psicossexual onde o indivíduo descobre o prazer em seu próprio corpo e sente vontade de consumar o seu desejo pelo sexo oposto e ao mesmo tempo quer se livrar dos indivíduos do mesmo sexo por uma questão de rivalidade.
Devido a toda afetividade que um garoto tem com a sua mãe, ele acaba gerando um sentimento diferenciado e a deseja como mulher e logo percebe que o sei pai é um empecilho para a realização de sua fantasia. Acreditando que existe uma relação a três ele idealiza ficar com sua mãe e de até se livrar de seu pai, temendo a castração pelo mesmo, e acaba alimentando sentimentos de amor e ódio ao mesmo tempo. Pelo fato de ele perceber que não poderia viver tal paixão, ele acaba se frustrando devido a presente situação e aí vem a fase de superação do complexo.
A peça encena a estória do Édipo rei, que mata seu próprio pai, o rei Laio, e casa-se com sua própria mãe, Jocasta, se tornando pai e irmão de seus filhos sem ter o conhecimento disto. Ao ser descoberta toda a verdade, sua esposa e também sua mãe suicida-se e o rei então cega os próprios olhos e acaba se exilando por ser o mais infeliz dos homens.
Tudo ocorre pela maldição que sobrecai sobre Laio, que mesmo tentando impedir a suposta profecia, não pode burlar o destino. O seu filho escapa da morte quando criança e passa a viver em outra cidade sem o conhecimento de todos. Anos mais tarde ele mata o pai, quando a caravana do mesmo é atacada por saqueadores.

Parabéns Luan!! Ótimo post sobre o Complexo de édipo sou psicólogo e pai de um garoto de 4 anos. É muito interessante poder observar "na prática" o quão Freud estava certo.
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